Crianças, jovens e adultos: uma troca que pode ser interessante!
Eu tenho aprendido muito com as crianças e adolescentes da Nova Terra.
E eu assim os chamo, pois não gosto de rotulá-los como índigos ou cristais, mesmo porque, se formos seguir as descrições existentes sobre o tema, vamos nos sentir confusos, uma vez que na prática, há uma mistura de caracteríscias, todas muito especiais e muito diferentes daquelas que nós conhecíamos anteriormente.
Temos muito para entender e a aprender sobre  – e com – essas crianças e jovens, pois eles nos trazem novas ideias e novas maneiras de viver na Terra, além de trazerem grandes novidades para os diversos segmentos da nossa sociedade.
Questionadores natos, estão remexendo nos nossos antigos padrões de crenças e nos levando a rever uma série de “regras”.
Sensíveis ao extremo, nos dão a impressão de que vieram de outros mundos e parecem ter a noção de que esse mundo de onde vieram é muito difetente do nosso: melhor em diversos aspectos.
E se esforçam muito para transformar o nosso mundo, a fim de que se torne ao menos um pouco parecido com o mundo deles.
E de fato, não aceitam as coisas tal qual lhes são apresentadas, argmentam e contra-argumentam, “fazendo virar” as mentes mais abertas, dedicadas a compreender como podemos existir aqui de forma diferente.
 
Nós queremos um mundo diferente e eles trazem as ideias!
Muito do que nos falam os jovens, faz todo o sentido!
Nós queremos um mundo diferente e eles trazem as ideias, as saídas e as possíveis soluções, muitas vezes incompreensíveis a nós, por enquanto.
Suas propostas inovadoras, muitas vezes, nos parecem estranhas, embora muito atraentes. E é obvio que ainda não sabemos como viabilizá-las, na prática. E por este motivo, nos parecem ser um tanto sonhadores. E o mais interessante é que colocam seus sonhos em prática sempre que podem.
Sei que isto é parte do que vieram fazer aqui. Porém, é claro que eles precisam da ajuda de adultos, especialmente para se adaptarem  por aqui e para crescerem com equilíbrio, pois do contrário, tendem a ficar apenas no “mundo dos sonhos”.
 
Limites e regras os fazem crescer mais ajustados
Muitas vezes, tenho a impressão de que eles “se acham”, como costumo dizer.
Isso acontece porque essas crianças e jovens sabem, no âmago dos seus Seres, que eles conhecem coisas que nós, adultos, não conhecemos.
Em contrapartida, é preciso que compreendam que os adultos sabem coisas que eles ainda não conhecem, como por exemplo: adultos sabem como viver nesta Terra 3D.
E se conseguirmos trocar, vamos fazer um ótima combinação!
Então, mesmo “se achando”, precisam dos limites e das regras.
Caso contrário, não conseguem se ajustar aqui. E se perdem.
E sentindo-se perdidos, não conseguirão fazer o que vieram fazer, levando-os a frustração e tristeza profunda.
 
Temos saídas?
Como adultos, temos que encontrar os “caminhos do meio”: nem tanto submetidos a eles e nem tanto fechados as suas novas ideias.
Discernimento, firmeza e flexibilidade é a melhor forma de lidar com eles.
 
Como tenho “me virado”?
Quando meu filho questiona demais ou fica bravo com certas coisas, como por exemplo com as provas e as matérias escolares, eu costumo dizer a ele:
-“Embora você não goste disso, por enquanto é assim que é. E você deve se adaptar a isso. Ainda não conseguimos mudar nisso, mas chegará um dia que vamos descobrir outro jeito de fazer as coisas. E quando você for adulto, terá a oportunidade de fazer sugetões e atuar com mais força para que as coisas aconteçam do jeito que você pensa que devem ser.”.
E ainda digo: -“Para mudar algo, é preciso primeiro conhecer esse algo, e só depois você vai saber quais serão os passos a seguir e quais serão as propostas que poderá fazer. Portanto … “bora” estudar prás provas. Aproveite para saber como é!“.
Meio emburrado, claro, ele segue para as tarefas e executa as regras. Porém, tenho certeza de que a minha argumentação lhe trouxe um sentido para suas experiências.
E é justamente isso que eles precisam: entenderem o que estão fazendo aqui, num mundo tão diferente e estranho!
 
Novidades em conversas!
Escolhi descrever um diálogo com meu filho, na época com 11 anos, para exemplicar os níveis de consciência que esses pequenos estão nos trazendo.
Através desse diálogo, fica fácil compreendermos porque é difícil entenderem esse nosso mundo, assim como para nós é tão difícil entendermos como excutar suas ideias avançadíssimas!
Explicar~lhes que ainda não sabemos como colocar suas ideias em prática é muito importante. Mas para tanto, devemos nos abrir e repensarmos nossas crenças e valores, questionando-nos também. Desta forma, estaremos ajudando-os em suas Missões!
Explicar-lhes como as coisas acontecem aqui é também fundamental, pois estamos dando a eles a oportunidade de compreenderem que precisamos de tempo para assimilar tamanhas novidades!
Frequentemente eu me pergunto, a respeito dos meus valores: – “Isto é realmente importante?”. E percebo que nem tudo é tão importante quanto eu acredito que seja.
Penso que podemos debater e refletir juntos! O tema não se esgota aqui.
Eles precisam de espaço para expressarem-se. E nós, adultos, precisamos escutá-los e observá-los com Amor, respeito, compreensão, discernimento e flexibilidade, oferecendo-lhes recursos e parâmetros de possibilidades equilibradas e harmoniosas.
Nós: crianças, jovens e adultos, estamos construindo uma Nova Terra!
Luz e Paz,
Tania Resende
 
Um diálogo:
Em meio ao trabalho, meu filho me pede algo.
Eu digo: – Agora não dá, preciso trabalhar.
E ele: – Não precisa não!
– Ah, não? Se não trabalhar, vou viver de quê?
Sem nenhum espaço de tempo, ele diz:
– Vai viver de Luz, Harmonia, Amor e Compaixão!
Bem “convencida”, eu disse:
– Isso eu tenho, mas não pagam contas.
Mais uma vez, lá vem seu argumento:
– Luz, Amor e Compaixão anulam todas as contas!
– Ah é?????? Ainda não sei fazer isso. Como é?
– Simples: O Poder da Consciência Transformadora!
– Ahhhhhhhh……
 
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