Comecei o meu dia me perguntando: o que vou postar hoje?
Acostumada a me entregar aos “sinais” do mundo, me coloquei atenta ao que chegava como “Demanda do Universo” a mim.
E logo ao abrir meus e-mails, como costume de todas as manhãs, cheguei a um artigo do Conselho Regional de Psicologia SP que me chamou atenção:
Relatório da ONU recomenda o fechamento de Unidades Experimentais de Saúde“.
Clique aqui para ler.
 
O que é a Unidade Experimental de Saúde?
Unidade Experimental de Saúde, inaugurada em dezembro de 2006, num convênio entre as Secretarias da Saúde, Justiça e Administração Penitenciária, destinada a oferecer atendimento para autores de ato infracional portadores de diagnóstico de transtorno de personalidade e/ou de periculosidade, durante o cumprimento de medida sócio-educativa de internação em regime de contenção.
Atende especialmente menores infratores considerados mentalmente doentes e, segundo o artigo acima citado, o Subcomitê de Prevenção da Tortura e outros Tratamentos ou Penas Cruéis, Desumanos ou Degradantes (SPT) da Organização das Nações Unidas (ONU), considerou o estado de tais Unidades deplorável, devido aos maus-tratos aos adolescentes “internados”.
Diz o artigo:
“Desde 2005, a taxa de encarceramento brasileira aumentou 35%, já tendo chegado a mais de meio milhão de pessoas presas. Unidades de privação de liberdade superlotadas geram condições para que a tortura e os maus-tratos aconteçam cotidianamente. Vários mecanismos de direitos humanos da ONU têm afirmado que, no Brasil, a tortura é “generalizada e sistemática.”.
 
O que isso tem a ver com você?
Enquanto lia, comecei a sentir-me bastante incomodada, pois me deparei com uma realidade tão primitiva e antiga: a violência nos relacionamentos humanos!
E então, eu abordo aqui um tema bastante polêmico, contrariando a minha intenção de postar apenas aquilo que já está na Nova Consciência,  mas muito necessário para que possamos refletir e inserir na lista de itens a serem transformados na Terra: a questão dos menores infratores.
Políticas a parte, e…
Sem querer justificar, de forma alguma, as infrações cometidas por estes menores, assim como também não desejo eximi-los das consequências de seus atos, e ainda sabendo que “atitudes violentas” necessitam ser corrigidas, me ponho a questionar:
“Será estamos mesmo “trabalhando” para solucionar essa questão?”;
“Será que estamos apenas `tapando o sol com a peneira´, repetindo padrões antigos?”;
“Será que não estaríamos apenas fortalecendo a violência ao nosso redor?!”.
“O que isso tem a ver comigo?” , você deve estar se perguntando.
Vamos lá!
 
O externo é espelho do interno!
Se estamos vendo violência ao redor, há violência dentro de nós, sabendo que não importa o grau de violência: física, emocional ou moral.
Toda e qualquer ação violenta emite o mesmo tipo de energia: energia de violência, diferenciando-se apenas em níveis e graus de intensidade e frequência.
 
Clique aqui para saber mais sobre “Espelhos”.
 
Como assim?
Xingar no trânsito, bater no filho; ser estúpido com as pessoas a sua volta, implicar com tudo e com todos, estar sempre de mal humor, “chutando a própria sombra”; olhar apenas para si mesmo; nunca se importar com os sentimentos alheios; “puxar o tapete” do colega no trabalho, querer “levar vantagens” sobre o outro a qualquer custo, etc.
São pequenas ações agressivas, direcionadas ao externo e por vezes ao seu próprio Ser.
São ações consideradas “aceitáveis” e “permitidas” pela sociedade, pois afinal ninguém matou e ninguém roubou, “a olhos vistos”, no sentido literal da palavra, claro!
Mas essas ações, cujos resultados são quase invisíveis aos olhos humanos, não passam de ações com certo grau da “energia de violência”, que também ferem e também roubam, em algum nível.
 
Complementos deste tema, eu escrevi no post:
Porque o mundo não está como queremos? O que ainda falta?
 
Violência gera mais violência!
Se você responde ao mundo com violência, o mundo te “devolve na mesma moeda”: mais violência!
E assim, entra-se num círculo vicioso interminável, repetindo-se sempre as mesmas situações, sem nada se modificar.
Raiva e agressividade apenas estimulam mais violência.
Nesta visão, detentos e carcereiros estão todos na mesma vibração e ambos necessitam de cura.
Nesta visão, a sociedade em geral tende a vivenciar uma mesma vibração: a vibração da violência.
 
Sugestão de leitura complementar:
Revolta e agressividade infiltrados nos movimentos da Nova Era!
 
Cure a si mesmo para ver curada toda a Humanidade
E se fatos violentos existem na sociedade humana, toda a sociedade necessita curar-se.
Se cada Ser Humano dissolver em si todo e qualquer sentimento de agressividade e raiva, veremos desaparecer tais fatos violentos ao nosso redor.
Nesse sentido, somos todos responsáveis pelo que vemos e não adianta “empurrar para baixo do tapete” certos graus de violência, pois nós entraremos em contato com essa energia todos os dias, em diversos níveis e graus, se acaso essa mesma energia estiver no nosso interior.
E nesse sentido, os jovens infratores são apenas os catalizadores de uma energia disponível na Terra e apenas expressam o que está ao redor deles.
E quem está ao redor deles?
 
Perceba o círculo vicioso da “engrenagem” humana!
Os jovens infratores necessitam ser curados, assim como toda a Humanidade!
Pessoas na energia da violência necessitam de cura, pois esta não é a Ordem Divina prevista para a Humanidade.
E quem necessita de cura, antes de tudo necessita de Amor, carinho e afeição.
 
Violência não é remédio e nem correção!
Pense nisso quando for “corrigir” seus filhos.
Mesmo quando “de castigo”, precisam continuar a receber Amor, pois o Amor é a maior Força Curadora, disponível na Terra.
E expanda essa ideia para todos os aspectos da sua vida e para todos os segmentos da sociedade!
Expanda essa ideia para todas as entidades que “cuidam” dos menores infratores.
Expanda essa ideia para todos os menores infratores também.
Quem os Ama verdadeiramente?
E … quem Ama verdadeiramente?
 
Como você pensa que alguém “não amado” reage?
O inconsciente humano interpreta a energia agressiva da seguinte forma: “inimigo a vista”.
E qual é a resposta do inconsciente humano para a falta de Amor?
“Se o outro é meu inimigo, devo me armar e me defender!”
E como aprendemos a nos defender?
 
O Amor é a maior Força Curadora!
Sem querer esgotar aqui este tema, e mesmo “correndo o risco” de ser considerada ingênua ou piegas, o fato é que quando somos tratados com Amor, carinho e afeição, qualquer sentimento agressivo se dissolve, quase que instantaneamente.
O nosso Ser interno se abre para perceber que o outro está nos trazendo algo positivo e agradável, deixa de ser o inimigo contra o qual necessitamos nos defender.
E assim, uma disposição interna modificadora da ação agressiva se faz sentir e se manifesta no externo de forma suave e positiva.
Observe e experimente a Força do Amor em sua vida.
Experimente direcionar Amor para aqueles que pensa serem seus inimigos.
Tenho certeza que você verá, como também já pude confirmar, situações se transformarem completamente, “da água pro vinho”, quando “caras amarradas” se transformam num lindo sorriso, e o Amor é devolvido em dissolução completa de qualquer agressão.
 
Moral da história:
Compreendermos que maus-tratos não solucionam o problema da violência.
Afinal, Deus – Pai e Mãe, Criadores deste Universo, Ama Incondicionalmente a todos os seus Filhos, independentemente da experiência que escolheram viver na Terra!
 
Isto não é a Nova Consciência!
Lamentável é o fato de uma Unidade Experimental de Saúde, criada para internação de detentos doentes, receber a recomendação de fechamento por causa de maus-tratos e torturas aos seus internos!
Isso me lembra algo tão antigo e primitivo: a violência nos relacionamentos humanos!
 Tania Resende
 
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