16 / 02 / 2018 Comentários 0

Radiestesia: breve história de uma técnica antiga e eficaz.

Embora o documento considerado mais antigo sobre a Radiestesia seja do século 23 a.c., essa arte já era conhecida em tempos mais remotos; os primeiros registros da Radiestesia podem ser encontrados em inscrições rupestres datadas de 9.000 a.c. no Peru.

A Bíblia faz alusões ao uso de varetas, chamadas pelos hebreus de “vara de Jacó”. No Egito, pêndulos e varinhas foram encontrados nas escavações realizadas nas tumbas do Vale dos Reis. Temos registros dessa prática com os hindus, persas, etruscos, polinésios, gregos e gauleses.

Na china, 2000 anos antes de nossa era, os radiestesistas usavam essa arte para encontrar fontes de água, minérios, e usavam também na agricultura, os chineses primavam por sua habilidade em investigações no subsolo.

Roma foi construída sobre um lugar escolhido por um radiestesista etrusco que determinou a zona de influências, favoráveis para a implantação da cidade. E cada exército romano tinha radiestesistas, que usando varas de madeira eram responsáveis por encontrar fontes de água subterrâneas necessárias à alimentação das tropas.

Durante a Idade Média, praticamente não encontramos referencias do emprego desta técnica, pois como sabemos foi um período de muitas perseguições e pouca coragem em registrar assuntos que fugiam da área religiosa. O uso da radiestesia foi confundido com as práticas de magia negra e assim foi condenado pela inquisição, em 1518, por exemplo, o próprio Lutero condenou a utilização da vareta de radiestesia.

Mas isto não significa que as pessoas não utilizavam essa técnica, pois em 1521 surgiu o livro, O Dragão Vermelho, onde se ensinava o preparo de uma vareta radiestésica, desde 1546 forquilhas de madeira foram usadas na exploração do subsolo em toda a Europa, tanto que em 1556, o médico alemão Georg Bauer publicou, em latim, o livro “De re metallica” (dos metais) sobre prospecção mineral.

De 1610 a 1638 mais de 150 minas foram descobertas pelo Marquês de Beausoleil e sua esposa Martine de Bertereau.

No século  XVIII o interesse dos cientistas pela radiestesia foi crescendo, Barthélemy Bleton, francês da região do Dauphiné, foi chamado pela rainha da França, Marie Antoinette, para achar as fontes que abasteceriam o palácio do Trianon (Versailles).

Em 1780, Bleton foi convidado a participar de uma pesquisa pelo doutor Pierre Thouvenel, um eminente médico de Nancy,  que em 1781 publicou o livro ‘Mémoire Physique et Medicinal’, mostrando as relações óbvias entre a forquilha, o magnetismo e a eletricidade, dez anos mais tarde, Thouvenel  continua suas pesquisas junto aos cientistas italianos, Spalanzani, Albert Fortis e Charles Amoretti.

Desde do início do século XIX os radiestesistas começaram a usar mais o pêndulo que a forquilha. Em 1890, o abade francês Alexis Bouly criou o termo Radiestesia, antes dessa data, essa técnica era denominada rabdomancia.

Em 1904 o radiestesista Grisez descobre as minas de potássio na região da Alsace (França) especificando a profundidade exata da camada: 400 metros. Em 1920, uma comissão da Academia de Ciência de Paris elaborou um parecer favorável à radiestesia e em 1929 é criado a Associação Francesa e Internacional dos amigos da Radiestesia, que conta em seu comitê com as presenças de vários cientistas das academias de ciências e medicina da época.

Em 1933, realizou-se o Congresso Internacional de Avignon, com a participação de onze países e a consagração do termo Radiestesia.

Em 1935, a Maison de la Radiesthésie publicou o famoso livro de Mermet “Comment j’opère”, considerado a bíblia dos radiestesistas.

Quatro famosos radiestesistas  do século XX: o Abade Alexis Bouly (1865 -1958) chamado de o pai da radiestesia; o Abade Mermet (1866 – 1937) ficou conhecido como o príncipe dos radiestesistas; Henry de France (1872 – 1947) o aristocrata da radiestesia; e Joseph Treyve (1877 – 1946) descobriu mais de 840 fontes de água.

Na literatura esotérica  encontramos grandes nomes da Radiestesia, entre eles o alquimista suíço Paracelso (1493-1541); o médico austríaco Franz Mesmer (1734-1815); o cônsul romano Agripa (séc.V a.C.); e o conde de Cagliostro (1743-1795).

A partir do século dezenove, a Radiestesia começa a ser estudada cientificamente, com apoio em métodos experimentais. Aquele que se dedicar ao treino assíduo e racional da Radiestesia, ficará surpreso com o rápido desenvolvimento de sua habilidade radiestésica, o que lhe permitirá, entre outras coisas, aplicá-la à manutenção do equilíbrio de sua própria saúde e à de seus familiares.

Hoje, na Europa, existem milhares de médicos radiestesistas, que se reúnem em sociedades, demonstrando, assim, o alto conceito com que encaram os recursos da Radiestesia.

Radiestesia é uma técnica que trabalha com a arte de captar energias, de caráter eletromagnético, emanadas de todo tipo de matéria, com a radiestesia captamos as vibrações dos mundos minerais, vegetais, animais e etéricos. A Radiestesia é a arte de trazer a consciência as informações vibracionais que captamos de forma inconsciente.

Ao ser utilizada de forma terapêutica, trabalha com a captação de energias que estejam afetando o equilíbrio dos corpos físico, emocional, mental e etérico. Auxilia também a encontrar o tratamento mais adequado a cada indivíduo, respeitando assim as características de cada ser humano.

 

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