Me perguntaram se eu estava vendo o segundo sol.
E eu respondi: –“Eu não estou vendo o segundo sol.
E, curiosa sobre o assunto, e ainda com muita vontade de conhecer pessoalmente alguém estivesse vendo o segundo sol, devolvi a pergunta:
-” Você está vendo o segundo sol?”
 
Eu tenho procurado o segundo sol!
Bem, claro que a resposta à minha pergunta foi negativa.
Mas se você conhecer alguém que está vendo o segundo sol, me avise!
Faço questão de acompanhar essa pessoa até o local da aparição, pois, afinal, eu também quero ver!
Eu gosto muito de checar informações. Meus Mentores me instruem a ter discernimento e a não acreditar piamente em algo só porque alguém está falando ou escrevendo com tanta certeza.
Eu tenho procurado o segundo sol!
Olho para o poente e olho para o nascer do sol, na esperança de ver algo. Mas até agora, não vi nada. Sem nenhum resultado positivo.
 
Reflexões de uma pessoa leiga
Eu não sou astrônoma e nem mesmo sou perita em astronomia, mas em meu pobre raciocínio sobre o tema, penso que se o segundo sol estivesse mesmo aparecendo ao lado do nosso Sol, em todos os lugares da Terra seria visível.
Talvez eu esteja muito enganada no meu raciocínio, ou talvez esteja com algum problema sério de visão, mas eu penso o seguinte: se há algum um astro tão enorme ao lado do Sol, e se vemos o Sol, veríamos também o tal astro.
Mesmo que esse astro se esconda por trás do Sol, dizem que em algum momento ele reaparece, não é?
Seria possível que apenas alguns poucos privilegiados estariam vendo um astro tão imenso a ponto de ser comparado com um segundo sol?
Argumentos do tipo: a atmosfera do país tem interferência, as nuvens de certos locais impedem de ver, a localização do país é fundamental, etc., não me convencem.
 
Continuo achando que:
Se vemos o Sol em todas as partes do mundo; em todas as partes do mundo, todos estariam vendo o segundo sol, se ele estivesse ali!
E este seria um evento tão fantástico, que não daria para “tapar o sol com a peneira”, como dizem por aí!
O que você acha?
 
Dizem que o segundo sol é Nibiru, o planeta X
A passagem de Nibiru já foi anunciada tantas vezes ao longo deste ano, e todas com tanta certeza!
Mas ninguém viu Nibiru passar. Haja esperança, hein?
Percebi que parte da humanidade quer muito que Nibiru passe logo, assim acaba essa longa espera!
Mas acho que teremos que esperar!
 
Leia também: Nibiru: o Planeta Chupão. Planeta o quê???
 
Vamos a fontes sérias?
Através de extensas pesquisas e estudos da civilização suméria efetuados por Zecharia Sitchin em seu livro: “O 12º. Planeta”, somos informados que existe um astro que os Sumérios chamam de Nibiru.
Segundo o estudo de Zecharia, o qual respeito muito por sua seriedade e comprometimento científico, Nibiru cruza a elíptica do Sistema Solar em um tempo aproximado (correspondente à sua órbita) de 3600 anos.
O próprio Sitchin, no seu último livro: “O final dos tempos”, faz um cálculo exato da passagem de Nibiru, ou seja, dos momentos em que cruzou a elíptica do nosso Sistema Solar.
 
Quando Nibiru passou próximo a Terra?
Os cálculos e resultados da exaustiva pesquisa de Zecharia dizem que Nibiru passou próximo a Terra em:
 
1- Na criação do Sistema Solar, quando as órbitas de todos os planetas estavam ainda instáveis. Os Sumérios contam que Nibiru esbarrou na Terra ainda em formação, e impactou-se diretamente com um planeta que regulava sua órbita entre Marte e Jupiter.
O resultado desse impacto é o cinturão de asteroides, nessa região, e a nossa Lua, considerada pelos sumérios como a parte que “sobrou” deste planeta, que foi deslocado e atraído pela gravidade terrena.
Desde então, até a data calculada para a ocorrência do Dilúvio, Nibiru transitou sem causar problemas ou catástrofes no sistema solar.
 
2. 10.900 antes de Cristo, quando se pode levantar a hipótese de algum efeito sobre a Terra, pois esta data se aproxima do Dilúvio. Neste período, a órbita de Nibiru passou de 3600 anos a 3450 anos aproximadamente.
Bárbara Hand Clow, em seu livro “Agenda Pleiadiana”, narra pesquisas que demonstraram que o Dilúvio não envolveu toda a Terra, foi um fato isolado, provavelmente um Tsunami localizado e narrado em algumas escrituras por povos antigos que conheciam apenas parte da extensão terrestre.
 
3.  A seguinte passagem de Nibiru foi em 7450 AC., sem causar problemas ou catástrofes no sistema solar.
 
4. Logo 4000 AC, quando o próprio Anu (rei de Nibiru) visitou a Terra, sem causar problemas ou catástrofes no sistema solar.
 
5. A última passagem foi no ano 556 AC., sem causar problemas ou catástrofes no sistema solar
 
6- E a próxima, seguindo a contagem de Zecharia, seria no ano 2900 DC.
 
Eu vivo no Agora!
Prezando viver no Agora, e sendo estimulada a lidar apenas com aquilo que me acontece em cada passo do caminho, proponho que voltemos a conversar sobre o tema em 2900!
E se Nibiru passar antes de 2900, lidarei com o assunto no exato momento em que eu o ver diante de mim.
Por isto estou tranquila, sem pré-ocupações, vivendo meu dia-a-dia, buscando aprimorar-me e focando nos ensinamentos que compartilho com você e com tantos!
Estou focada em aprender a Co-criar a minha realidade, a fim de que ela se pareça o mais possível com uma realidade de 5ª. dimensão.
 
E termino este post copiando aqui dois parágrafos escritos por Christina Nunes, médium psicografa das obras de autoria do espírito Caio Fábio Quinto:
 
“Há uma parafernália já exasperante na web, hoje num crescendo dado o ano-chave no qual nos achamos, de imagens falsas, em sua maioria, é bem possível – de sites, artigos, análises mais ou menos sérias ou dignas de respeito. Brincadeiras, ironias ridículas, enfim, uma bagunça que mesmo ao mais paciente pesquisador acabará por esgotar a paciência, levando-o a, enfim, adotar a conduta mais sensata: abandonar a especulação aleatória do assunto, e mergulhar na observação prática, simples, ou mesmo intuitiva, dos fatos do cotidiano.”

“No entanto, nosso planeta é um Ser vivo colossal, de indescritível magnitude e beleza, prossegue incólume no seu rodopio, a despeito dos desmandos inconscientes praticados pelo homem contra a sua digna integridade, ou das possíveis influências pesadas de ordem magnética, densas, deletérias possivelmente sendo neste período desfechadas em cheio contra o seu bojo monumental, dentro do qual permanece o fantástico repertório de Vida do qual desde os primórdios incalculáveis se faz portador!”
 
Ah! Se eu ver o segundo sol, aviso você!
Luz e Paz,
Tania Resende
 
Links:
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